
Depois da tragédia de Stamford, entra em vigor a Lei de Registro de Super-Humanos. A partir de então, todo e qualquer indivíduo portador de superpoderes precisa se identificar e se registrar como um agente do governo americano. Aqueles que se negarem serão presos.
Dessa forma, temos de um lado o grupo liderado pelo Homem de Ferro. De outro, está o Capitão América e aqueles que acreditam na liberdade individual acima de tudo.
E a grande jogada a favor de Tony Stark e aqueles que defendem o registro acontece no final desta edição. Em Washington, em frente a câmeras de TV de todo o mundo, o Amigão da Vizinhança tira sua máscara e diz:
– Meu nome é Peter Parker e sou o Homem-Aranha desde os quinze anos.
Sem dúvida, um dos momentos mais importantes das histórias em quadrinhos. Em todos os tempos. Que, infelizmente, perde grande parte do seu impacto, já que a revelação da identidade do aracnídeo rodou o mundo através da internet na época da publicação da minissérie nos Estados Unidos.
Mesmo assim, a narrativa de Millar é tão envolvente e a arte de McNiven tão espetacular que é quase impossível não aproveitar o momento e chocar-se com a revelação.
Página a página, Guerra Civil se consolida como uma das histórias mais significantes dos últimos anos. E uma leitura obrigatória para qualquer fã do gênero.
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Por que comprar?
Leia o último parágrafo da resenha mais uma vez.
Por que não comprar?
Porque a leitura pode não ser o suficiente se tu não estiver acompanhando todos os tie-ins.
Relação Custo/Benefício
Excelente pelo conteúdo. Razoável pelo número de páginas, que se torna pequeno pela importância do que está acontecendo. De qualquer forma, Guerra Civil é indispensável.
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Guerra Civil #2
Civil War #2
De Mark Millar e Steve McNiven
Panini, 44 pág.
R$ 4,90