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A Radiante Cidade Celestial
Promethea 1 – The radiant Heavenly City
De Alan Moore e J.H. Williams III
Cumprindo a promessa de trazer títulos ainda inéditos por aqui, a Pixel promove a estréia da elogiadíssima Promethea, de Alan Moore.
Mas seria injusto restringir os elogios ao escritor, porque a arte de J.H. é um caso à parte. A quadrinização, os detalhes, os elementos históricos… o ilustrador cria, realmente, um ambiente propício para Moore explorar a lenda de Promethea, filha de um acadêmico hermético assassinado no Egito Romano por um grupo de cristãos. A garotinha acaba adotada pelos deuses, transformando-se em história viva. E, em alguns casos, nas pessoas que a estudam.
Pode ser difícil de entender, e é mesmo. O que torna a leitura da série ainda mais interessante. E a Pixel merece os parabéns por trazer Promethea para nós.
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A Natureza da Fera
Hellblazer 97 – The nature of the beast
De Paul Jenkins e Sean Phillips
Apresentada como “a preferida de Paul Jenkins”, esta é uma das histórias mais interessantes de John Constantine, mesmo. (Veja bem, em não disse “melhores”.) Nela, John adentra um bosque e se depara com um velho que propõe ler a sua sorte. Das cartas escolhidas por Constantine, então, o velho fala sobre quem ele era, quem ele é e quem ele virá a ser.
Realmente, muito bacana. Destaque para a bela arte de Phillips, que está longe de ser dos meus preferidos, mas que, aqui, faz um trabalho de tirar o chapéu.
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Hark
Planetary 16 – Hark
De Warren Ellis e John Cassaday
A página de apresentação deste número de Planetary diz: “um show de Cassaday”. E é, mesmo. O artista, em parceria com Laura Martin, faz um trabalho de encher os olhos nesta edição. Com destaque para o confronto entre Ah Lien e Lo, que ilustra as primeiras páginas. Simplesmente lindo.
A história? Ah, sim. Simplesmente um diálogo entre Elijah Snow e Anna Hark acerca do envolvimento dela com os Quatro e do destino de Jim Wilder (ver Planetary 4).
Mas a história, na boa, acaba sendo o de menos.
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Os Fatos da Vida!!
Jack B. Quick: The facts of life!!
De Alan Moore e Kevin Nowlan
Descobri Jack B. Quick no ano passado, eu acho, quando pude ler algumas edições de Tomorrow Stories. E logo ele se tornou um dos meus personagens favoritos da revista. Nesta edição, o gêniozinho fica sabendo sobre “pássaros e abelhas” (clara alusão à sexualidade) e, junto com um amigo, vai até Puberdade, uma cidadezinha do Kansas. Cruzando o limite de Puberdade, seu amigo muda de voz, ganha espinhas no rosto e se comporta como qualquer adolescente revoltado.
Simplesmente genial.
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Greyshirt: Pensar
Greyshirt: Think
De Alan Moore e Rick Veitch
Uma história bem diferente do herói Greyshirt (uma homenagem de Moore ao Spirit de Will Eisner), que se passa por inteiro na cabeça de um rapaz, como parte de seus pensamentos.
Muito legal.
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Por que comprar?
Porque Pixel Magazine é a única revista que tu compra com a certeza de que todas as histórias serão boas.
Porque não comprar?
Porque não é todo mundo que vai gostar do teor das histórias dos selos Vertigo e Wildstorm.
Relação Custo/Benefício?
Ótimo. Tá certo que o preço de capa é bem maior que o dos títulos da Panini, por exemplo, mas a certeza de qualidade vale a pena. Aqui, vale a máxima que diz que o que é bom custa caro.
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Pixel Magazine #4
Pixel Media, 100 pág.
R$ 9,90