
Tem novidade na parada: é o Kicha F.C., meu novo blog de futebol. Então, pra ler sobre o Colorado, o Brasileirão e etc, tu vai pra lá; pra ler sobre quadrinhos, fica por aqui.
No primeiro post, a primeira rodada do Brasileirão.
Feito!

Tem novidade na parada: é o Kicha F.C., meu novo blog de futebol. Então, pra ler sobre o Colorado, o Brasileirão e etc, tu vai pra lá; pra ler sobre quadrinhos, fica por aqui.
No primeiro post, a primeira rodada do Brasileirão.
Feito!

Apesar de não ser fã de nenhum dos três filmes do grupo mutante, o filme solo do Wolverine estava na minha lista faz tempo. Não que eu esperasse grandes coisas, ao contrário, mas tinha curiosidade sobre o que viria por aí.
E devo dizer que o resultado foi pior do que o esperado. Bem pior.
Assim como em X-Men – O Confronto Final, o grande problema de X-Men: Origens – Wolverine é o grande número de personagens e a mistura de histórias. O roteiro envolve uma série de tramas e personagens sem conexão alguma. E apesar do início remeter à esclarecedora minissérie Origem, o filme logo se perde ao citar, por exemplo, a fase de Grant Morrison e ao pisar sobre a clássica origem do herói pelas mãos de Barry Windsor-Smith, que os fãs mais velhos certamente lembrarão.
Em relação aos personagens, não é diferente. É trazido de volta a figura do General Stryker, já mal retratado em X-Men 2, e acrescentado um personagem como Deadpool, completamente secundário e irrelevante para a história do herói canadense. Até mesmo um romance com uma mulher desconhecida foi inventado para justificar uma sede de vingança digna dos piores filmes do Domingo Maior, clássica sessão de filmes da Globo.
X-Men: Origens – Wolverine chega com um único propósito: fazer dinheiro. Afinal, o que mais justificaria a participação de Cíclope, além de protagonizar um novo filme da série X-Men: Origens, nescessária após o final da trilogia do grupo mutante?
Acontece que, por pior que seja a história, Wolverine segue sendo um personagem carismático – não por acaso, o herói protagoniza uma série de títulos nos Estados Unidos e tem aqui no Brasil sua própria revista. Mas será que há outro personagem mutante capaz de segurar um filme inteiro nas costas?
Eu duvido muito.
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X-Men: Origens – Wolverine
X-Men: Origins – Wolverine
De Gavin Hood
Com Hugh Jackman

Não costumo acompanhar os títulos mensais da Panini, mas sempre fico atento a edições especiais e encadernados. É o caso deste Marvel Millennium 3, com dois arcos datados de 2008 e focados no Homem de Ferro, em alta após o filme estrelado por Robert Downey Jr.
O primeiro deles é a sequência da minissérie que lançou o personagem no Universo Millennium. Aqui, Tony Stark é um menino cujo sistema nervoso está distribuído por todo o seu corpo, o que o faria sentir dores terríveis não fosse um invento revolucionário do seu pai, Howard: uma armadura nanotecnológica que protege sua pele e faz com que Tony se regenere não importe a gravidade da lesão.
Neste arco, se recuperando após sobreviver a uma explosão, Tony é procurado pelo governo americano: querem seu robô – na verdade, a armadura do Homem de Ferro – para dizimar um campo de treinamento de terroristas em um país desconhecido. A investigação se revela mais complexa do que aparenta, e logo Tony se vê em um avião que porta uma bomba nuclear, parte de um plano da primeira mulher de Howard para se vingar do seu ex-marido. Resumindo: nada além de uma diversão rasa que abusa da regeneração de Tony.
Por sua vez, o segundo arco é bem mais interessante. A começar por Warren Ellis, que mesmo nos maus momentos faz histórias muito boas. Como esta, que começa em um encontro entre Tony Stark e Bruce Banner, que busca uma cura para o Hulk, sua tentativa frustrada de recriar o soro do supersoldado.
Paralelamente, vemos a origem da versão Millennium do Líder, um oficial da inteligência britânica que testa em si mesmo uma nova versão do soro de Bruce após ver a segurança nacional ser entregue a um grupo americano. O resultado é um homem de cabeça desproporcional e cérebro avantajado, de grandes poderes psíquicos que quer unir o soro do Hulk ao DNA de Stark para chegar ao ser humano perfeito, ao Humano Supremo.
É uma historinha bem bacana, com boas cenas de ação e humor (negro) na dose certa. Apesar de igualmente rasa, é diversão com a assinatura de Ellis, ou seja, bem acima do que se vê por aí. Não digo que vale o investimento (e nem vale), mas, ao menos, não pinta aquele arrependimento no final.
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Marvel Millennium 3
Ultimate Iron Man 1-5
De Orson Scott, Pasqual Ferry e Leonardo Manco
Ultimate Human 1-4
De Warren Ellis e Cary Nord
Panini, 212 pág
R$ 22,90
Muito trabalho e pouca diversão me fizeram deixar de lado o blog.
Por conta disso, um pilha de gibis se formou ao lado do Macbook esperando a sua devida resenha. E tem coisa boa, devo dizer. Aliás, nem preciso porque será visto por aqui nos próximos dias.
Nesse meio tempo, o Colorado venceu mais um Gauchão, confirmou sua superioridade sobre o Porto-Alegrense e, com uma série de goleadas, se firmou como uma das grandes equipes do Brasil no momento.
Mas isso é assunto pra outro post.