
Tem novidade na parada: é o Kicha F.C., meu novo blog de futebol. Então, pra ler sobre o Colorado, o Brasileirão e etc, tu vai pra lá; pra ler sobre quadrinhos, fica por aqui.
No primeiro post, a primeira rodada do Brasileirão.
Feito!

Tem novidade na parada: é o Kicha F.C., meu novo blog de futebol. Então, pra ler sobre o Colorado, o Brasileirão e etc, tu vai pra lá; pra ler sobre quadrinhos, fica por aqui.
No primeiro post, a primeira rodada do Brasileirão.
Feito!
Muito trabalho e pouca diversão me fizeram deixar de lado o blog.
Por conta disso, um pilha de gibis se formou ao lado do Macbook esperando a sua devida resenha. E tem coisa boa, devo dizer. Aliás, nem preciso porque será visto por aqui nos próximos dias.
Nesse meio tempo, o Colorado venceu mais um Gauchão, confirmou sua superioridade sobre o Porto-Alegrense e, com uma série de goleadas, se firmou como uma das grandes equipes do Brasil no momento.
Mas isso é assunto pra outro post.

Não lembro da primeira vez em que fui ao Beira-Rio. Nem de quando me descobri Colorado. Vai ver porque isso eu sempre fui. Como meu pai. Como meus irmãos. Como meu sobrinho, que recém dá os primeiros chutes com a canhotinha. Canhotinha de D’Alessandro, que com um passe genial colocou a bola à feição para Índio fazer o seu quinto gol em dez clássicos e entrar de vez para a história do Sport Club Internacional.
Para muitos, Índio é um dos maiores jogadores do Inter de todos os tempos. E quer saber? Pra mim também. Sou fã de Gamarra, mas como contestar um jogador que fez parte das maiores conquistas do Clube? Uma zaga com Índio e Figueroa… Nada mal.
Mas… e o gol? Pergunta difícil. Taffarel sempre foi um dos meus ídolos. Mas escolhendo ele eu teria que abrir mão de Manga; ou Manguita Fenômeno, como dizem os mais velhos que o viram bicampeão brasileiro em um time que fez história e mandou no Brasil nos anos 70. Nas laterais, Paulinho e Oreco. Não vi nenhum jogar, mas respeito a quase unanimidade em relação aos seus nomes.
O meio-campo do meu time dos sonhos começa com o maior jogador da história do Colorado, um dos maiores do Brasil. O que ouço falar sobre Beckembauer eu vejo em Paulo Roberto Falcão. Sim, aquele que foi preterido por Chicão em 78. Que fez aquele golaço em 82 contra a Itália. O Rei de Roma. Igual a ele, nunca houve. Ao seu lado, escalo Carpegianni, bicampeão brasileiro, heptacampeão gaúcho, um craque com a bola nos pés.
Daí pra frente, é só alegria: vou com quatro atacantes, justo para aquele que já foi conhecido como Rolo Compressor. E o primeiro deles não poderia ser outro: Fernandão, o Capitão Planeta, capitão e líder das maiores conquistas do Clube nos últimos anos. Um predestinado, que no seu jogo de estréia faria o Gol 1000 dos clássicos gre-Nal.
Numa linha mais à frente, Valdomiro e Tesourinha. O primeiro, para muitos, é o maior jogador da história do Inter. Ficou 12 anos no Clube. Jogou mais de 800 partidas, um número inacreditável hoje em dia. Octacampeão gaúcho, tricampeão brasileiro. Se títulos valem, e valem muito, nenhum outro tem mais que Valdomiro. Tesourinha também tem oito títulos gaúchos. E, para meu pai, jogou mais que Garrincha.
Eu acredito.
Na frente, comandando o ataque, Carlitos. Artilheiro do Rolo Compressor da década de 40, fez mais de 300 gols em 14 anos de Inter. Mas, mais do que isso: é o maior artilheiro dos clássicos gre-Nais, com 45 gols. Para mim, é o bastante.
Fazer uma seleção de todos os tempos do Internacional é contar, resumidamente, a vida de um Clube que, desde sua fundação, faz história. Fez história abrindo suas portas para as minorias. Fez história vencedo um regional com 100% de aproveitamento. Fez história sendo Campeão Brasileiro Invicto. Fez história vencendo todos os títulos que um clube do Brasil poderia disputar.
Obrigado, Inter, por toda a felicidade que me proporciona.
Obrigado, pai, por me fazer Colorado.

Me lembra a Fer que hoje faz 9 anos que “a gente juntou os trapinhos”.
Que coisa, hein?
Tudo culpa do Tarantino, rapaz.
I love you, Honey Bunny.
Pra fechar meu Top Ten, eis os cinco melhores filmes de 2008, ao meu ver:
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5.
[REC]
Me caguei todo com esse angustiante terror espanhol que fica mais apavorante a cada minuto que passa. Evite a refilmagem americana e vá direto para esse filmaço.
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4.
EASTERN PROMISES
Que filme! Que atuação do Viggo Mortensen!
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3.
INTO THE WILD
Certamente, o filme que mais me impressionou nesse ano. Fui ver sem saber nada da história e posso dizer que fui (muito bem) recompensado por isso. Bela atuação de Emile Rirsh e uma trilha fantástica de Eddie Vedder em um dos grandes filmes de 2007. Sean Penn é o cara.
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2.
RATATOUILLE
A história do ratinho que quer ser um grande cozinheiro foi presença em 9 entre 10 listas de melhores filmes de 2007. Contando a minha, são 10.
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1.
WALL•E
Pois é, são dois desenhos no Top Five. Mas não havia como ser diferente. Porque, quando tu acha que a Pixel se superou, eles vão lá e te surpreendem. Foi assim com Os Incríveis, que pareciam o ápice até a estréia de Ratatouille. E foi assim nesse ano, com Wall•E que não só é a melhor animação já feita como, pra mim, o melhor filme de 2008.
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Bem… aí estão eles. Há outros flmes que poderiam ter entrado na lista, como o incômodo Blindness e o divertidíssimo In Bruges, mas acho que, no final das contas, meu Top Ten ficou de bom tamanho.
2008, enfim, foi um ano bom.
Bah, que saudade de fazer uma lista. Melhores do Brasileirão. Melhores Quadrinhos. Essas coisas. Começo minhas listinhas de melhores do ano passado com um top ten de melhores filmes assistidos. Tem um musical, um filme de super-herói, duas comédias e a estréia de uma guria talentosa demais:
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10.
ONCE
Eu gostei demais desse musical logo que vi. Com o passar do ano, ele foi ficando pra trás. Mas, ainda assim, merece um lugarzinho no meu Top 10, principalmente pela belíssima trilha de canções – Falling slowly ganhou o Oscar, lembra?
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9.
AWAY FROM HER
Mais impressionante que estréia de Sarah Polley na direção, somente a atuação de Julie Christie. Menção honrosa para Gordon Pinsent, fantástico no papel do marido. Belíssimo filme.
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8.
IRON MAN
No ano do superestimadíssimo Dark Knight, foi bom demais ver um filme de super-heróis despretensioso e divertidíssimo. Exatamente como deve ser. Robert Downey Jr. simplesmente detona como Tony Stark.
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7.
VICKY CRISTINA BARCELONA
Adoro quando a crítica usa de clichês como “não é o melhor (diretor)” para denegrir certos filmes. Aqui, tem um Woody Allen em boníssima forma, com um elenco afiadíssimo. Quem foi ver a Scarlett Johansson acabou se deparando com uma Penélope Cruz gostosa demais.
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6.
JUNO
Eu amo a Ellen Page. Só isso já bastaria. Além disso, ela é meio metidinha e apaixonada pelo melhor amigo, o que me faz lembrar de uma certa baixinha que eu conheço há alguns anos.
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Nos próximos posts, tem mais.
… acho que vai ser difícil manter o blog em 2009.
Como a palavra que mais me conduziu nos últimos dias (e semanas e meses) foi novo, é certo que, como está, o blog não vai ficar. Não consigo falar de quadrinhos, cinema, música e futebol com a desenvoltura de tempos atrás, quando ficar no computador era pura diversão.
No trabalho, vamos combinar, é praticamente impossível postar. E quando eu chego em casa, o que menos quero é voltar a sentar em frente ao computador pra desenvolver textos sobre isso ou sobre aquilo. Provavelmente, é por isso que diz-se que blog é coisa do passado. Porque as pessoas não tem mais tempo pra isso. Hoje, é Twitter. É Tumblr. E eu tenho ambos. E talvez seja o caso de aproveitá-los melhor.
O centenário do INTER tá aí e isso talvez mereça uma dedicação minha. Mas é coisa que eu posso resolver dando mais atenção pro De Primeira, creio.
Provavelmente, o que vou fazer é deixar este MONDO KICHA exclusivamente para reviews de quadrinhos, mas aí com cara nova, novos links, me policiando pra ser mais freqüente – até porque aqui continua sendo um dos poucos meios de contato com algumas pessoas com quem me comunico exclusivamente pela internet (coisa de nerd, claro).
Enfim, tô pensando.
Mas dia 1º de janeiro deve ser dia de novidade por aqui.
Até lá, duvido muito que eu volte a aparecer.

A obra de Charles Burns, vencedora do EISNER de Melhor Álbum de 2006, estava na minha lista de compras faz algum tempo.
Já havia encontrado o tijolaço completo, em inglês, mas devido a uma ótima promoção da Cultura (cerca de 20% de desconto) e a um creditozinho que eu tinha na livraria, resolvi investir na edição nacional, da CONRAD, que saiu aqui em dois volumes.
Tô acabando o primeiro, Introdução à Biologia, e achando ótimo.
Eu já vinha querendo uma grande mudança na minha vida para 2009, e ela acabou acontecendo antes até do planejado. Há umas três semanas, mais ou menos, encerrei a minha história na e21.
(Eu até gostaria de dizer “temporariamente”; afinal, foram quase sete anos de casa, mas a forma como as coisas aconteceram não me permite pensar em uma futura volta.)
Pois é, foram dois anos coordenando a criação do Núcleo de Varejo & Serviços. Uma experiência que me fez aprender muito, levando muita porrada (às vezes de forma desmedida), mas, também, conquistando muita coisa importante. Salão, Colunistas, Top de Marketing. Estou certo de ter construído uma história bacana na e21. E é isso que vou levar comigo de uma agência onde me formei como profissional.
Mas eu queria fazer as coisas do meu jeito. Apesar de coordenar um núcleo criativo, eu precisava seguir diretrizes maiores, e por vezes isso atrapalhava meu trabalho. Eu já não ia mais trabalhar feliz – e isso, pra mim, é fundamental. Quando eu perdi o tesão pelo que fazia, vi que era o momento de sair.
E aí, o destino me colocou frente a frente com uma oportunidade inesperada: voltar pra agência onde eu havia trabalhado antes de ir pra e21.
A volta pra Duplo M se concretizou em uma ou duas conversas. Coloquei a forma como gostaria de trabalhar e tive total aceitação. Da mesma forma, ouvi um discurso totalmente afinado com o meu. Em pouco mais de 15 dias, o negócio estava fechado.
E aqui estou eu, às duas da manhã de uma quinta-feira, em função de uma campanha que será apresentada às 10 horas. Aqui estou eu, cansado mas feliz da vida. E com a total certeza de ter feito a escolha certa.
Às vezes eu esqueço do quanto gosto de torrar dinheiro em gibis. Vou diariamente a uma banca na esquina da agência, e há quem ache graça nesse meu ritual, mas é aquela coisa de guri que eu trago da infância/adolescência. Lembro de quando a Abril publicava os gibis e tinha dia certo pra chegar a Superaventuras Marvel. Agora é um saco, essa distribuição setorizada acabou com a brincadeira, e a gente tem que catar um que outro gibi em bom estado entre aqueles que vão e voltam do Rio a Sampa, de Sampa ao Rio, até chegar por aqui, às vezes meses depois do seu lançamento.
Aí acontece como hoje: vou à Livraria Cultura do Bourbon Country, gasto um bom dinheiro e volto com um pacote. O de hoje tem:
Surpreendentes X-Men – edição especial encadernada dos 12 primeiros números de Surpreendentes X-Men, que saíram por aqui em X-Men Extra. Joss Whedon e John Cassaday tiveram a árdua tarefa de substituir Grant Morrison e Frank Quitely e se saíram muito bem;
Deixando o Século XX – encadernado com as edições 13 a 18 de Planetary publicadas em Pixel Magazine. A série de Warren Ellis e John Cassaday (olha ele aí de novo!) é uma das melhores já criadas e vale cada centavo investido;
Crise de Identidade – mais um encadernado, dessa vez da série que mudou (de verdade) o Universo DC. Fiquei receoso em relação a essa série durante um bom tempo, nem comprei quando foi lançado em (sete) edições separadas, mas resolvi dar o braço a torcer e ver porque Crise de Identidade é tão elogiada.
Agora é arranjar tempo pra ler tudo isso.

“– U Cão foi quem butô pra nóis bebê!”
O aniver foi ontem, dia 3, mas nenhuma foto seria melhor pra representar os 35 anos da minha gatinha que essa. Parabéns, Jeremias!… quer dizer, Fer!

Eu estava em meio a compras de Natal quando recebi a mensagem no celular: “SporTV já”. “Bah, não estou em casa”, respondi. No que recebi de volta: “Gre-Nal do Século no Jogos para Sempre”.
Jogos para Sempre, pra quem não sabe, é um programa especial do canal que fala de jogos absurdos, com resultados espetaculares ou que tenham sido espetaculares à sua forma. E o Gre-Nal do Século foi um deles. Pois eu voltei pra casa e esperei até às três da manhã pela reprise. Valeu a pena.
O Gre-Nal do Século mexeu com o Rio Grande do Sul lá em 1988, e foi assim chamado pela imprensa por ser o primeiro momento em que uma vaga na finalíssima de um Campeonato Brasileiro, na época, Copa União, seria decidida no maior clássico gaúcho. De um lado, o Colorado de Abelão tinha Taffarel, Luis Carlos Winck e a dupla Maurício e Nílson, que seria o artilheiro da competição. De outro, Rubens Minelli comandava uma equipe de estrelas, com Alfinete, Cristóvão, Bonamigo e Cuca. No papel, posição por posição, o Tricolor da Azenha era levemente superior.
E mostrou isso em campo, abrindo o placar aos 25min do primeiro tempo. Marcos Vinícius, de canhota, pegando embaixo da bola e tirando Taffarel da jogada. Não bastasse a superioridade em campo e no placar, aos 38min o ex-gremista Casemiro, lateral-esquerdo colorado, desceu o sarrafo em Trasante e acabou expulso por Arnaldo César Coelho.
O cenário era desolador. O Internacional que com um empate no tempo normal e na prorrogação garantiria um lugar nas finais, perdia em casa, via o tradicional adversário jogar mais bola e ainda teria que enfrentar outros 45 minutos com um jogador a menos em campo.
Diz a lenda que, no vestiário gremista, o presidente Paulo Odone abria uma champanhe, celebrando a vitória. Cuca, o entrevistado do SporTV, confessou que já sonhava com o automóvel Monza que reservara na concessionária e que seria pago com o dinheiro da premiação pela classificação.
Talvez para uma outra equipe fosse, realmente, impossível. Mas não para o Colorado. Não para Abel Braga, que sacou Leomir, um meia, mandou a campo Diego Aguirre, um atacante, e deixou com Edu Lima a tarefa de fazer o lado esquerdo, de defesa e ataque. O primeiro carrinho de Edu, desarmando Alfinete, fez a torcida urrar nas arquibancadas e deu o tom exato do que seria aquele segundo tempo.
O que veio depois já é história: Edu cobra falta sofrida na ponta-esquerda, Nílson sobe mais que toda a zaga tricolor e empata. Pouco depois, Mauricio dribla dois gremistas, entra na área pelo lado direito e bate cruzado. No segundo pau, lá está ele, novamente: Nílson, para tocar para o fundo das redes e decretar uma das viradas mais espetaculares da história do Brasileirão.
Há quem vá dizer “grandes merdas, o Bahia é que foi o campeão daquele ano”, mas isso é o que menos importa. É verdade que a vida colorada é marcada por algumas tragédias, como a perda desse Brasileirão para os baianos, mas a glória de derrotar, de virada, o maior adversário e sua tradicional empáfia, é o que fica na lembrança. Foi assim em 88, como foi em 92, pela Copa do Brasil e em todas as ocasiões em que a dupla Gre-Nal se enfrentou em partidas eliminatórias.
Mas isso é assunto para outro post.

Simplesmente obrigatório.
Se tu não acompanhou a fase do Grant Morrison nos X-Men, esta é a chance: a Panini está lançando um encadernado com as oito primeiras edições de New X-Men, publicada nos Estados Unidos em 2001.
O primeiro arco é antológico. Nele, somos apresentados à Cassandra Nova, uma das mais significativas inimigas do grupo mutante de todos os tempos. Vou além: E de Extinção, o arco que abre o encadernado e a espetacular fase da dupla Grant Morrison / Frank Quitely, é uma das melhores histórias dos X-Men de todos os tempos.
Acredite em mim.


Fashion num dia, casual no outro.
Parabéns!, meu amorrr, pelos 34 aninhos.
I love you so very much!